Defender os direitos dos trabalhadores da <i>Baiona</i>
Dezenas de ex-trabalhadores da empresa Baiona, em Santo Tirso, responderam à convocatória do PCP e concentraram-se junto às instalações da empresa para reclamarem por uma rápida resolução da falência. Cinco anos após a paralisação da empresa e do completo abandono das instalações, sucederam-se nos últimos meses «vários roubos que têm vindo a delapidar o património», acusa o Sector Têxtil da Comissão Concelhia de Santo Tirso do PCP.
Os comunistas consideram também ter sido com preocupação que os trabalhadores receberam a notícia do adiamento do leilão das instalações da empresa, inicialmente previsto para o dia 11 de Abril.
Pendente permanece uma decisão do Supremo Tribunal de Justiça quando à graduação de créditos, em que os trabalhadores «aguardam que não vá mais uma vez beneficiar os Bancos e outros credores». Lembra o PCP que estes sempre ganharam nos negócios com a Baiona, em detrimento dos trabalhadores «que em alguns casos têm 30 e mais anos de dedicação e trabalho, que têm salários que não foram pagos bem como as devidas indemnizações por perda de direito ao trabalho, única fonte de rendimento», considera o sector.
Na iniciativa, os trabalhadores decidiram estar presentes no leilão dos bens da empresa, para que estes vejam vendidos por valores que «dignifiquem todos os que neles estão interessados» e reclamar do poder judicial e legislativo a reposição da justiça nos processos de falência, que normalmente prejudicam os trabalhadores em detrimento da banca e de outros credores.
Os comunistas consideram também ter sido com preocupação que os trabalhadores receberam a notícia do adiamento do leilão das instalações da empresa, inicialmente previsto para o dia 11 de Abril.
Pendente permanece uma decisão do Supremo Tribunal de Justiça quando à graduação de créditos, em que os trabalhadores «aguardam que não vá mais uma vez beneficiar os Bancos e outros credores». Lembra o PCP que estes sempre ganharam nos negócios com a Baiona, em detrimento dos trabalhadores «que em alguns casos têm 30 e mais anos de dedicação e trabalho, que têm salários que não foram pagos bem como as devidas indemnizações por perda de direito ao trabalho, única fonte de rendimento», considera o sector.
Na iniciativa, os trabalhadores decidiram estar presentes no leilão dos bens da empresa, para que estes vejam vendidos por valores que «dignifiquem todos os que neles estão interessados» e reclamar do poder judicial e legislativo a reposição da justiça nos processos de falência, que normalmente prejudicam os trabalhadores em detrimento da banca e de outros credores.